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Biblioteca de inventário e sucessão

Reunimos abaixo, na ordem em que as dúvidas costumam aparecer, o material que produzimos sobre o tema. Começa pelo que se decide em vida, porque é onde há mais o que fazer, e segue até as situações que já chegaram ao procedimento.

Antes: planejar em vida

A sucessão bem resolvida raramente começa depois do falecimento. Estes conteúdos tratam do que se decide enquanto há tempo e serenidade para decidir.

O procedimento: judicial ou em cartório

Nem todo inventário vira processo. A via adequada depende de consenso, capacidade dos herdeiros e existência de testamento.

Custo, prazo e por que demora

As duas perguntas que todo herdeiro faz na primeira conversa, respondidas sem eufemismo.

Quando o acervo é complicado

Empresa, imóvel financiado, bem no exterior ou herdeiro menor mudam completamente o trâmite.

Partilha e conflito entre herdeiros

A parte que mais desgasta famílias, e a que mais se resolve com regra escrita antes do problema.

Sucessão de empresa familiar

Transmitir uma empresa é diferente de transmitir bens: além do patrimônio, há gestão, contratos e equipe em jogo.

Patrimônio no exterior e ativos incomuns

Bens fora do país e ativos de natureza especial exigem leitura própria.

Rodrigo Kfouri Laurindo, advogado, OAB/SP 372.421
Rodrigo Kfouri Laurindo

Advogado · OAB/SP 372.421 · Mediador e árbitro

Sócio fundador da Farah & Laurindo Sociedade de Advogados, com sede em Santos e atendimento em todo o Brasil. Atua em inventário, planejamento sucessório e organização patrimonial de famílias.

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