PRETOR: Atendimento Jurídico Contínuo e Personalíssimo
Todo empresário conhece bem a sensação: uma decisão importante precisa ser tomada — sobre um contrato, uma obrigação tributária, uma mudança societária, uma dívida que cresceu — e não há ninguém de confiança para consultar antes de agir. O advogado é acionado quando o problema já tem endereço. O conselho chega depois do erro.
O PRETOR foi criado exatamente para mudar essa lógica.
É um conceito exclusivo da Farah & Laurindo Sociedade de Advogados, desenvolvido por Rodrigo Kfouri Laurindo após mais de 25 anos acompanhando empresas, estruturas patrimoniais e famílias em decisões estratégicas e momentos de vulnerabilidade jurídica. Não é um plano. Não é um pacote. Não é uma adaptação de modelo existente. O PRETOR nasce da prática, é lapidado na responsabilidade e sustentado pela experiência acumulada.
“O empresário que tem presença jurídica contínua toma decisões diferentes — com menos risco, mais clareza e sem o custo de resolver problemas que poderiam ter sido evitados.”
— Rodrigo Kfouri Laurindo
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Presença antes da urgência
A advocacia tradicional tem uma lógica reativa: o cliente liga quando o problema está instalado. A execução já chegou. O sócio já rompeu. A autuação fiscal já foi lavrada. O contrato já foi descumprido. Nesse momento, o advogado entra para resolver — e a resolução, inevitavelmente, é mais cara, mais demorada e mais desgastante do que a prevenção teria sido.
O PRETOR existe antes disso. Ele acompanha decisões, organiza riscos e estrutura escolhas. Não reage apenas à crise: antecipa. Para o empresário, isso muda o patamar de segurança com que cada decisão relevante é tomada.
Para quem o PRETOR faz mais diferença
O PRETOR não foi pensado como serviço de massa. Ele exige conhecimento real do cliente, da sua estrutura, dos seus riscos e dos seus objetivos. Por isso, seu impacto é maior em contextos específicos:
Empresários com decisões tributárias e societárias recorrentes
Quem opera empresa com passivos tributários, processos em andamento ou estrutura societária complexa precisa de orientação constante — não de advogado consultado esporadicamente.
Empresas familiares em fase de crescimento ou transição
Governança, sucessão, reorganização societária, entrada e saída de herdeiros na estrutura — essas decisões não têm data marcada. Precisam de acompanhamento contínuo para serem tomadas no momento certo.
Famílias patrimonializadas com holdings e estruturas de proteção
Holding ativa, imóveis, participações societárias, planejamento sucessório em curso — essas estruturas precisam ser monitoradas, atualizadas e alinhadas com mudanças legais e familiares.
Empresas em reorganização ou saída de crise
Quem está reorganizando passivos, renegociando dívidas ou reconstruindo a estrutura jurídica após um período crítico precisa de presença constante — não de atendimentos pontuais desconectados.
O que muda na prática
A diferença entre ter e não ter presença jurídica contínua raramente aparece em documentos. Ela aparece nas decisões que o empresário toma — ou deixa de tomar — ao longo do tempo.
O contrato assinado sem revisão que gerou litígio. A transferência patrimonial feita no momento errado. A alteração societária que criou um passivo tributário inesperado. O sócio incluído sem acordo formal. A holding constituída sem análise do regime de bens do casamento.
Cada um desses casos tem algo em comum: houve uma decisão tomada sem consulta prévia. Não por negligência — mas porque não havia canal aberto, não havia proximidade organizada, não havia quem conhecesse a estrutura do cliente de verdade.
Canal aberto. Proximidade organizada.
O PRETOR parte de um princípio inegociável: nenhum cliente deve permanecer desorientado diante de decisões relevantes. Existe canal direto, retorno responsável e direcionamento claro, dentro da estrutura acordada.
Isso não significa informalidade. Significa proximidade organizada. O cliente sabe que há acompanhamento, que há compreensão real da sua realidade — e isso muda a qualidade das decisões que ele toma.
A sensação de ter um setor jurídico interno
Grandes empresas têm departamento jurídico. Advogados internos que conhecem a estrutura, a história, os contratos, os passivos e os planos da empresa. Empresas médias e familiares raramente têm isso — e tomam decisões com nível de segurança muito menor.
Para empresas, o PRETOR representa exatamente essa presença: um setor jurídico externo estruturado, que conhece a realidade do cliente, antecipa riscos e orienta decisões antes que se tornem problemas.
Para famílias patrimonializadas, representa o advogado de confiança consultado antes da decisão — não apenas após o conflito. Existe previsibilidade, segurança e direção.
A carga jurídica fica conosco
Empresários precisam gerir suas empresas. Famílias precisam viver com serenidade. A carga jurídica — as dúvidas, os riscos não mapeados, os processos em andamento, as obrigações vencendo — não deveria ocupar o espaço mental de quem precisa produzir e decidir.
No PRETOR, essa carga é absorvida pelo escritório. Ela é estudada, encaminhada e conduzida com responsabilidade técnica. Enquanto isso, o cliente concentra energia onde ela realmente gera valor: na gestão, no crescimento, na vida.
Não é delegação de responsabilidade. É organização de prioridades — com segurança de que a parte jurídica está sob condução competente.
O que o PRETOR oferece
Conhecimento real da estrutura do cliente — não respostas genéricas. O PRETOR é construído a partir do entendimento concreto da dinâmica operacional, exposição tributária e contratual, estrutura societária e contexto patrimonial de cada cliente.
Acompanhamento contínuo e prevenção de riscos — monitoramento das obrigações, prazos, mudanças legislativas e situações de risco que afetam a estrutura do cliente.
Orientação estratégica antes da decisão — o cliente consulta antes de agir, não depois de errar. Contratos, reorganizações, transferências patrimoniais, alterações societárias — tudo passa pelo crivo jurídico antes de ser executado.
Responsabilidade técnica e retorno organizado — canal direto com retorno responsável, dentro dos parâmetros acordados. Clareza, previsibilidade e sensação real de amparo.
Atuação integrada nos pilares relevantes — tributário empresarial, direito societário, contratos, holding, planejamento patrimonial e sucessório. O PRETOR não fragmenta o atendimento em especialidades isoladas.
Como funciona o início
O PRETOR começa por uma conversa de diagnóstico. Não existe formulário padrão nem proposta genérica. O que existe é uma análise cuidadosa da situação específica do cliente: quais são os riscos presentes, quais são as decisões recorrentes, qual é a estrutura societária e patrimonial, quais são os objetivos no horizonte próximo.
A partir desse diagnóstico, o atendimento é estruturado de forma personalíssima — com escopo, formato e ritmo definidos conforme a realidade de cada cliente. Não há modelo único porque clientes únicos exigem soluções únicas.
Perguntas Frequentes
O PRETOR é um plano mensal de advocacia?
Tenho uma empresa com passivo tributário. O PRETOR atende essa situação?
Tenho uma holding familiar. O PRETOR faz sentido para esse contexto?
O que significa “canal aberto” no PRETOR?
Minha empresa está em crise. O PRETOR é adequado ou devo buscar atendimento pontual?
O PRETOR atende apenas empresas ou também pessoas físicas?
Quais áreas jurídicas o PRETOR cobre?
Quem criou o PRETOR?
O PRETOR atende clientes fora de Santos?
Como iniciar o atendimento no PRETOR?
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Rodrigo Kfouri Laurindo e a equipe da Farah & Laurindo estão disponíveis para uma conversa inicial sobre a sua situação — sem compromisso e dentro das normas éticas da OAB.
Conteúdo institucional. O atendimento e as estratégias são definidos conforme o caso concreto, a documentação disponível e os objetivos do cliente. A Farah & Laurindo Sociedade de Advogados atua em conformidade com o Código de Ética e Disciplina da OAB.
