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Notícia 5 min de leitura

Pacto antenupcial para quem tem patrimônio relevante

Falar de pacto antenupcial às vésperas do casamento parece desconfiança. Não é. Para quem construiu ou vai construir patrimônio relevante, é o documento que define, com tranquilidade, regras que de outra forma seriam decididas no pior momento possível.

Existe um silêncio confortável em torno do tema. Combinar o que acontece com os bens se o casamento terminar soa como apostar contra a própria relação. O resultado desse silêncio é que a maioria se casa sem escolher nada, e acaba submetida a uma regra automática que talvez não seja a melhor para o seu caso.

Pacto antenupcial não é falta de confiança. É a mesma lógica de fazer seguro sem desejar o acidente. Quem tem patrimônio relevante decide com clareza enquanto há serenidade.

Sem escolha, a lei escolhe por você

Quem casa sem pacto fica, em regra, no regime que a lei define como padrão. Isso significa que boa parte do que for construído durante o casamento se mistura. Para quem já tem empresa, imóveis ou investimentos, ou pretende construir, esse padrão pode não fazer sentido nenhum.

O pacto antenupcial é o instrumento que permite escolher outro caminho. Separar o que cada um já trouxe, definir como ficam os bens construídos juntos, proteger uma empresa familiar que não deveria se misturar com a vida do casal.

Por que isso importa mais quando há empresa

Quando existe um negócio, o pacto deixa de ser assunto só do casal. Sem ele, um divórcio pode levar parte da empresa para a partilha e até colocar o ex-cônjuge como sócio. Tratamos desse risco em detalhe ao falar de divórcio com empresa no meio.

O pacto bem feito, combinado com a estrutura societária, evita que a empresa vire alvo de uma separação. Protege o cônjuge empresário, os filhos e os demais sócios de uma só vez.

Decidir na serenidade, não na crise. Se você vai casar e tem patrimônio relevante, ou já casou e quer organizar, vale estruturar isso com a Farah & Laurindo com calma e diagnóstico.

Pacto, holding e sucessão andam juntos

O pacto antenupcial é uma peça de um plano maior de organização patrimonial. Ele conversa com a holding, que organiza os bens e cria governança, e com o planejamento sucessório, que define como o patrimônio passa para a próxima geração. Quem olha esses temas juntos protege a família em várias frentes ao mesmo tempo.

Olhar só o pacto, isolado, é resolver um pedaço e deixar os outros expostos.

Cada patrimônio pede uma escolha própria

Não existe regime ideal universal. O que faz sentido para um empresário com sócios não é o mesmo que faz sentido para quem tem imóveis em família ou para um profissional liberal no início da carreira. A escolha depende do que você tem, do que pretende construir e de quem você quer proteger.

Rodrigo Kfouri Laurindo atua nacionalmente unindo direito de família, patrimonial e societário, para que essa decisão seja tomada com diagnóstico, e não no improviso da véspera. A melhor hora para escolher é quando ainda há calma para conversar.

Rodrigo Kfouri Laurindo é advogado e sócio fundador da Farah & Laurindo Sociedade de Advogados, mediador e árbitro. Atua nacionalmente em planejamento patrimonial e sucessório, holdings, direito empresarial, societário e tributário.

Perguntas frequentes

O que é o pacto antenupcial?

É o documento, feito antes do casamento, em que o casal escolhe o regime de bens e define como fica o patrimônio de cada um e o construído em conjunto. Sem ele, vale a regra padrão da lei, que nem sempre é a melhor para quem tem patrimônio relevante.

Quem tem empresa precisa de pacto antenupcial?

É altamente recomendável. Sem pacto, um divórcio pode levar parte da empresa para a partilha e até colocar o ex-cônjuge como sócio. O pacto, combinado com a estrutura societária, protege o negócio, o cônjuge empresário e os demais sócios.

Já me casei sem pacto. Ainda posso organizar?

Em muitos casos sim. Há a possibilidade de alteração de regime de bens conforme a situação, além de instrumentos de organização societária e patrimonial. Quanto antes a orientação, mais caminhos legítimos existem.

Pacto antenupcial é sinal de desconfiança no casamento?

Não. É organização. Funciona como um seguro: define com clareza o que acontece em uma situação que ninguém deseja, enquanto há serenidade para decidir de forma justa para os dois.

Como a Farah & Laurindo trata esse tema?

Como parte de um plano maior, junto da holding e do planejamento sucessório, e não como documento isolado. Rodrigo Kfouri Laurindo atua nacionalmente para que a escolha do regime nasça de diagnóstico do patrimônio e dos objetivos da família.

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Farah & Laurindo Sociedade de Advogados

Casos complexos exigem análise técnica, estratégia e discrição.