Ir para o conteúdo
Notícia 5 min de leitura

Inventário: por que demora tanto e custa caro

Quando alguém morre, a família imagina que dividir os bens será um trâmite. Descobre o contrário. O inventário costuma ser caro, demorado e desgastante, e boa parte desse custo poderia ter sido evitada com organização feita em vida.

A cena se repete em muitas famílias. O pai ou a mãe falece, e os filhos, ainda no luto, descobrem que não conseguem simplesmente acessar e dividir o que ficou. Há um processo a percorrer, custos a pagar, prazos a cumprir, e às vezes uma disputa que ninguém esperava. O patrimônio fica travado enquanto isso, e a conta cresce.

O inventário é necessário. O que quase ninguém conta é o quanto ele pesa quando nada foi organizado antes.

Por que demora tanto

O inventário envolve levantar todos os bens, avaliar, pagar tributos, regularizar pendências e dividir entre os herdeiros conforme a lei. Cada uma dessas etapas tem o seu tempo. Quando há imóveis em situações diferentes, empresa no meio, dívidas, ou herdeiros que não se entendem, o processo se arrasta. Não é raro um inventário levar anos.

Durante esse tempo, vender um imóvel, movimentar a empresa ou usar parte do patrimônio fica difícil. A família convive com um patrimônio que existe no papel mas está amarrado.

Por que custa caro

Além do imposto sobre a transmissão, há custas, honorários e, quando vira disputa, o custo de um processo litigioso que se prolonga. Quando os herdeiros brigam, a conta dispara, e quem ganha com isso raramente é a família. Parte desse custo é inevitável. Outra parte é fruto direto da falta de planejamento.

Conflitos entre herdeiros, aliás, são mais comuns do que se imagina, e muitas vezes vêm de longe, como mostramos em conflitos em empresas familiares.

Organizar em vida custa menos. Se você quer poupar a sua família de um inventário longo e caro, vale conversar com a Farah & Laurindo sobre planejamento sucessório antes que o tema se torne urgente.

O que reduz esse peso

Boa parte do custo e da demora pode ser reduzida com organização feita em vida. O planejamento sucessório define com antecedência como o patrimônio será transmitido. A holding familiar permite organizar a divisão antes, com regras claras, reduzindo o que precisa passar pelo inventário tradicional. O testamento bem feito evita ruídos de interpretação.

Nenhum desses instrumentos elimina por completo a necessidade de regularização, mas todos diminuem o atrito, o tempo e o custo. E, principalmente, reduzem a chance de a herança virar briga.

O melhor momento é antes

O inventário é o exemplo mais claro de um problema que se resolve melhor antes de existir. Quem organiza em vida entrega aos filhos um caminho mais curto e menos doloroso. Quem não organiza deixa para a família, junto com a saudade, um processo.

Rodrigo Kfouri Laurindo atua nacionalmente em planejamento sucessório e organização patrimonial, sempre a partir do diagnóstico de cada família. A hora de cuidar da sucessão é enquanto ela ainda é só um plano.

Rodrigo Kfouri Laurindo é advogado e sócio fundador da Farah & Laurindo Sociedade de Advogados, mediador e árbitro. Atua nacionalmente em planejamento patrimonial e sucessório, holdings, direito empresarial, societário e tributário.

Perguntas frequentes

Por que o inventário demora tanto?

Porque envolve levantar e avaliar os bens, pagar tributos, regularizar pendências e dividir entre os herdeiros conforme a lei. Quando há imóveis em situações diferentes, empresa, dívidas ou herdeiros em conflito, cada etapa se prolonga, e o processo pode levar anos.

Por que o inventário custa caro?

Além do imposto sobre a transmissão, há custas e honorários, e quando vira disputa entre herdeiros o custo de um processo litigioso prolongado dispara. Parte do custo é inevitável, mas boa parte resulta da falta de planejamento feito em vida.

Dá para evitar o inventário?

Eliminar por completo nem sempre é possível, mas é possível reduzir muito o tempo e o custo com planejamento sucessório, holding familiar e testamento bem feito. Esses instrumentos organizam a transmissão antes e diminuem o que passa pelo processo tradicional.

O que é planejamento sucessório?

É organizar em vida como o patrimônio será transmitido aos herdeiros, definindo regras e reduzindo conflitos e custos. Pode envolver holding, testamento e doações, sempre conforme o caso, para que a família receba uma estrutura organizada em vez de um processo.

Como a Farah & Laurindo ajuda nesse tema?

Com planejamento sucessório e organização patrimonial feitos a partir do diagnóstico de cada família, para reduzir o tempo, o custo e o risco de conflito no futuro inventário. Rodrigo Kfouri Laurindo atua nacionalmente nesse tipo de organização.

farahlaurindo

farahlaurindo

Farah & Laurindo Sociedade de Advogados

Casos complexos exigem análise técnica, estratégia e discrição.