A IMPORTÂNCIA DE UM SÍNDICO PROFISSIONAL

Independente do tamanho do condomínio, a presença de um síndico é essencial para a sua administração. Além do gerenciamento de gastos e as devidas manutenções, é ele o responsável por solucionar os imprevistos relacionados ao imóvel. Mesmo que frequentemente esse cargo seja ocupado por um morador, a contratação de um síndico profissional pode trazer benefícios em diversas situações.

Além da experiência, um dos principais motivos para a procura desse serviço é a falta de moradores que se candidatam para o cargo. Como a função requer dedicação, o receio pela quantidade de atribuições faz com que muitos dispensem a vaga. Com um síndico profissional, não só a disponibilidade de tempo aumenta como também a imparcialidade nas decisões. Em mediações de conflitos internos, por exemplo, esse ponto é de extrema importância, já que a relação profissional com os moradores e funcionários prevalece.

Confira 3 motivos para contratar um síndico profissional:

  1. Imparcialidade. A posição do síndico profissional é recente no mercado de trabalho e vem trazendo mais tranquilidade aos condôminos. Especialmente em relação à interferência da opinião pessoal nas decisões quando o síndico é também um morador. Com um profissional externo, a imparcialidade pode resultar em escolhas mais vantajosas para o bem estar de todos.
  2. Conhecimentos específicos. Na hora de contratar esse profissional, é fundamental optar por alguém que possua as habilidades necessárias para um bom desempenho. Um síndico deve ter um domínio básico de administração, contabilidade, conhecimento sobre a legislação, instinto de liderança, e, principalmente, uma boa comunicação. Esses traços geralmente diferenciam um profissional capacitado de um morador, pois a falta desse conhecimento pode trazer problemas recorrentes para o condomínio.
  3. Economia. Quanto maior o número de moradias, mais vantajosa pode ser essa possibilidade. Ao invés de colocar o cargo sob responsabilidade de um grupo de moradores, por exemplo, o pagamento rateado de uma pessoa capacitada pode ter um custo igual ou inferior. Como esses profissionais atuam em diversos condomínios, a remuneração é baseada nas horas que eles dispõem para cada local. Desta forma, o valor do pagamento pode variar de acordo com o tempo gasto nessa administração, que também pode acontecer fora do condomínio. Além disso, os síndicos profissionais possuem conhecimentos específicos sobre administração de condomínios, o que poupa tempo de moradores que atuam em outras áreas, em questões judiciais e trabalhistas relacionadas ao local. Com a disponibilidade para administrar e o conhecimento específico na área, muitas demandas são concluídas em tempo reduzido.

Outra possibilidade é a contratação de um profissional que atue juntamente com um morador, ambos nomeados como síndicos. Deste modo, as instruções são dadas pelo representante especializado, enquanto o segundo fica responsável por todo o andamento prático necessário. Essa pode ser uma forma econômica de administrar todas as questões do seu condomínio através de um gerenciamento especializado.

Se o seu condomínio está com dificuldade para manter uma gestão eficiente, propor essa alternativa para os outros moradores pode ser uma boa opção. No entanto, não esqueça de fiscalizar os resultados obtidos por esse profissional. Colocar a administração do seu lar nas mãos certas faz toda a diferença para garantir a sua tranquilidade e de toda a sua família!

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A dor do abandono afetivo inverso – gera dano moral indenizável

Assim como abandonar os filhos, abandonar os pais na velhice, gera danos que devem ser indenizados.

O caso só piora quando falamos de idosos doentes gravemente, que necessitam de cuidados.

A min. Nancy Andrighi já disse:  “amar é uma faculdade, mas, cuidar é um dever”.

A dor do desprezo de um idoso é tão cruel como a dor do abandono sentida por um adulto, que foi privado do cuidado parental por toda vida.

O fundamento jurídico é extraído da própria Constituição Federal de 1988:

Art. 229. Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade.

Além da CF/88 como fundamento, podemos extrair do Estatuto do Idoso a obrigação afetiva dos filhos para com os pais:

Art. 3.º É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.

Desde que o afeto foi considerado um valor jurídico o abandono afetivo pode gerar indenização, pois é considerado falta de proteção e cuidado. Portanto, se o cuidado e a proteção para com os pais idosos é um dever e este dever não é observado, se está diante de um ato ilícito.

Dispõe o artigo 186 do CC:

“aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”

O Entendimento é que a falta de apoio moral e material em um momento peculiar da vida que é a velhice, causa um profundo abalo psicológico no idoso. O que fere a dignidade da pessoa humana.

 

Acordo pré divórcio

Uma das modalidades mais econômicas e menos desgastantes para casais que desejam se separar é a mediação de divórcio, aqui chamada de “Acordo pré divórcio“. Pioneiros nesta modalidade os sócios da Farah & Laurindo simplificam as coisas nesse momento tão complicado, oferecendo soluções amigáveis, de uma forma transparente e justa.

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Correção monetária de restituição tributária divide STJ

Qual o termo inicial da correção monetária em casos de ressarcimento ou compensação de tributos? O momento do protocolo do pedido ou apenas depois de passados os 360 dias do protocolo? A questão que atinge diversos contribuintes será respondida pela 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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Lei altera Estatuto do Idoso e dá prioridades aos maiores de 80 anos

O presidente Michel Temer sancionou nesta quarta-feira, 12, a lei 13.466, que altera o Estatuto do Idoso e estabelece prioridades às pessoas com mais de 80 anos. Segundo a alteração, os maiores de 80 anos sempre terão suas necessidades atendidas com preferência em relação aos demais idosos.

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